terça-feira, 4 de agosto de 2015

FranklinCovey promove Painel de Debate sobre a importância de organizações restabelecerem a confiança como um princípio básico de operação e filosofia de gestão.

O Encontro de Executivos ocorre no dia 18 de agosto, e têm como público diretores e gestores de grandes empresas.



A FranklinCovey Brasil realizará um encontro para debater a importância de indivíduos e organizações restabelecerem a confiança como um princípio básico de operação e filosofia de gestão.
Luciano Meira, Vice Presidente da FranklinCovey Brasil e Bill Moraes, autor do livro As 4 Disciplinas da Execução, apresentarão os principais desafios das organizações manterem o enfoque nas metas crucialmente importantes que garantirão a capacidade de executar a estratégia com o nível necessário de excelência. O evento contará com a participação de Emerson Ferrari, Diretor Executivo do Sicoob Paraná (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil), falando sobre como foi a implantação do processo - As 4 Disciplinas da Execução, para aplicar suas novas estratégias no Brasil.

Agenda:

8h - 9h  Credenciamento e coffee break
9h - 9h15 Boas-vindas, agenda e objetivo do evento
9h15 - 10h Luciano Meira: Confiança Inteligente
10h - 10h45 Bill Moraes: As 4 disciplinas da execução
10h45 -11h15  Painel: Como vencer em qualquer ambiente e independentemente do contexto e dos ciclos econômicos?
Participação do Emerson Ferrari - Diretor Executivo da SICOOB Norte Paraná (cooperativa de crédito e serviços financeiros), que compartilhará a sua experiência com aumento da captação e na venda de novos produtos.
11h15 - 11h45 Participação dos convidados com perguntas e respostas
11h45 - 12h00 Networking


Seja um Líder Diferenciado com 4 dicas simples e essenciais

Por Maurício Marchesani


No mundo atual globalizado e na era do conhecimento, o clamor pela grandeza organizacional é cada vez maior. Desempenho financeiro sustentável, clientes extremamente leais, colaboradores comprometidos e contribuição diferenciada— essas são as características das organizações verdadeiramente grandes!Portanto, é essencial que tenhamos  um alinhamento organizacional bem estruturado para podermos reduzir o tempo gasto com coisas irrelevantes  e conquistar  resultados sustentáveis.

Em um estudo feito pela Harvard Business Review, pesquisadores concluíram que a maior parte dos gerentes são muito ocupados. Existe uma  percepção de que a ocupação improdutiva é um risco  para seus gerentes.
90% dos líderes estão tipicamente cheios de distrações no seu dia a dia ou desengajados com os objetivos chaves organizacionais, e realizam diversas atividades que se confundem em movimentação frenética. Em outras palavras, somente 10% despendem seu tempo de maneira planejada e comprometida.
Seguem 4 dicas para melhorar este cenário e nos tornarmos líderes diferenciados, alinhados com os objetivos da empresa:
1.       Devem primeiro decidir o que precisam alcançar e depois trabalhar  para: gerenciar o ambiente - buscar recursos, desenvolver contatos, aperfeiçoar habilidades, ampliar sua influência e para isso devem  Inspirar Confiança na equipe, isto é, para construir a credibilidade de um líder para que as pessoas confiem neles em todos os momentos. E para chegar neste nível de confiança eles têm que trabalhar 4 aspectos:
  Corrigir seus erros - pedir desculpas prontamente, ser humilde e não acobertar as falhas.
  Enfrentar a realidade - abordar os temas de frente e lidar com as questões difíceis sem fazer rodeios além de  ter coragem  de iniciar as conversas sem fugir dos verdadeiros problemas.
  Melhorar sempre - criando sistemas de feedback formais e informais, aprimorando-se continuamente e adquirindo sempre novas habilidades.
  Entregar resultados - criar um histórico de resultados sempre fazendo a coisa certa atentando-se aos prazos e orçamentos. Não invente desculpas quando não alcançar os resultados.
Fazer as coisas de maneira planejada  antes de começar a semana e ter em mente esse 4 pontos vai fazer com que tenha uma semana mais produtiva.
2.       Em segundo lugar devem Esclarecer Propósitos
2.Definir um propósito claro e convincente que motivam as pessoas a oferecerem o seu melhor para alcançá-lo. Saber o que esperar de cada membro da equipe  - praticando a responsabilidade  e então  responsabilizar a equipe e ser claro ao comunicar como está o seu próprio desempenho e o desempenho dos outros. Criar transparência de maneira a dizer sempre a verdade de uma maneira que as pessoas possam comprová-las. Não oculte informações. Quando a equipe tem um propósito claro fica mais fácil focar no que é importante e fazer com que as atividades retornem ao caminho certo evitando as distrações.
3.       O terceiro ponto é Alinhar Sistemas
3.Crie sistemas eficazes que suportem os propósitos e as metas da organização, permitindo que as pessoas deem o melhor de si, trabalhando independente de você, e que permaneçam mesmo quando há mudança de liderança. Precisa existir um sistema  onde os membros da equipe possam assumir  responsabilidade por algo diferente e importante naquela semana que vai impactar e mover o resultado da equipe. Fale sempre as coisas de maneira franca e demonstre respeito.
4.       Libere Talentos é o quarto ponto
4.Desenvolver uma equipe de sucesso, no qual, o talento único de seus componentes influencie o resultado de suas performances, superando expectativas e encorajando a responsabilidade e o crescimento. Com isso os líderes poderão motivar a equipe fazendo com que cada membro possa fazer o seu melhor, demonstrando lealdade e confiança.  Poder organizar em sua agenda um tempo para ter conversas de valor com membros de sua equipe,  desenvolver valores e promover os potenciais, além de, contribuir  para liberar caminhos para que eles possam se desenvolver. Esta prática é o que chamamos de Pedra Grande, algo muito importante e que deve ser feito naquele dia.

terça-feira, 21 de julho de 2015

O Poder da Comunicação

Por João Palmeira

Quando um líder conquista a confiança de seus liderados, o que ele pede soa como uma ordem, o que ele diz soa como regra. – João Palmeira

Durante os últimos 10 anos, eu tenho discutido em diferentes classes e com diferentes pessoas o poder da palavra.

  Algumas pessoas acreditam piamente, no poder da palavra, portanto, cuidam de falar sempre algo bom, mesmo quando a situação não é boa.
Michael Abrashoff, no livro “Este Barco Também é Seu”, conta que em 1996 quando havia riscos da China lançar mísseis sobre Taiwan, 02 grupos de batalha de porta-aviões foram enviados à região. Naquele momento, o secretário William Perry, foi questionado sobre a ação e respondeu: “Temos a melhor Marinha de guerra do mundo”.

Abrashoff, refletindo sobre essas palavras, decidiu que o barco que comandava o USS Benfold, se tornaria o melhor da frota. Passou a orientar aos seus comandados, que dali em diante recebessem os visitantes à bordo sorrindo e lhes dissessem:

- Bem vindo ao melhor navio de guerra da Marinha!

Quando ficavam ao lado de outro navio, ligavam o sistema de alto-falantes e transmitiam uma saudação do melhor navio de guerra da Marinha. Ele via esta saudação como algo sentimental, mesmo que não fosse naquele momento o melhor, certamente estava caminhando nessa direção. Tinham também um ditado no navio:
“O sol sempre brilha no Benfold”. As pessoas começaram a acreditar nisso.

Ao receber o comando do navio, o USS Benfold era considerado o pior navio da frota em prontidão para combate. A rotatividade era alta, o ambiente ruim e o ciclo de preparo para guerra, era demorado.

Em 18 meses de comando, o USS, Benfold saiu da condição de patinho feio, para ser reconhecido como o melhor navio da frota, sendo agraciado com o Troféu Spokane.

A liderança exige uma comunicação sem ruídos. Devemos comunicar com clareza nossa intenção e nossos objetivos, de forma que qualquer um em nossa equipe possa ser interpelado, e esteja pronto para responder com prontidão e clareza para onde estamos indo, o que é esperado dele e quais são as metas e objetivos da organização. O processo de comunicação é uma habilidade, podemos desenvolvê-la com a prática.  O escritor e amigo, Reinaldo Passadori em seu livro: Comunicação Essencial, sugere algumas premissas fundamentais relacionadas a comunicação verbal, são elas:

·         Não somos valorizados pelo que sabemos, mas pelo que fazemos com o que sabemos.
·         Ninguém nasceu sabendo falar, muito menos fazendo discursos maravilhosos ou palestras e aulas extraordinárias. Isso se aprende.
·   Destaca-se em um grupo não necessariamente quem sabe mais, mas aquele que se comunica melhor.
·         Nosso sistema educacional não previlegia o desenvolvimento da habilidade da comunicação verbal nem simples leituras teatralizadas, muito menos técnicas mais sofisticadas, tais como exercícios de empatia, retórica ou eloquencia.
·   Todas as pessoas podem aprender técnicas e desenvolver habilidades de comunicação verbal sem, necessariamente, ter um dom especial para isso.
·         A efetiva comunicação pressupõe um ato de consideração para com o outro.
·         Do mesmo modo que filtramos e interpretamos tudo o que nos chega por meio dos sentidos, também as outras pessoas fazem isso.  A consciência desse mechanism aumenta a responsabilidade de quem deseja, de fato, comunicar-se.
·   No mundo dos negócios e das organizações, procuram-se profissionais cada vez mais completos e capazes.  Uma das principais competências exigidas é a de se comunicar bem com outras pessoas.
·    Dois apectos são fundamentais no processo de comunicação: o primeito é o que falar e o segundo  é como falar. De nada adianta possuir um rico conteúdo, mas expressá-lo de forma inadequada. O contrário também é verdadeiro.

Na última década tenho discutido com alunos, participantes de cursos e amigos, os desafios da comunicação.  Não é dada a devida importância a essa habilidade, mas ao mesmo tempo as interações exigem cada vez maior expertise neste processo. 

As escolas nos ensinam a ler e a escrever, no entanto, deveriam  nos ensinar a falar e a escutar com o mesmo empenho.

A comunicação no seu ambiente de trabalho tem sido clara e assertiva? Você se certifica de que as pessoas entenderam, quando você procura transmitir uma mensagem? De que maneira você acredita que é visto por seus liderados? Você é um líder, ou está sendo apenas um outro chefe?  Você acredita no que diz? Você vive o que prega?

Boa reflexão!


quarta-feira, 17 de junho de 2015

A (nova) regra de Ouro

Por Maurício Araújo

A ética da reciprocidade é um princípio moral geral, que se encontra em praticamente todas as religiões, culturas, e também na filosofia. É frequentemente entendida como uma regra fundamental quando relacionada aos aspectos inatos da natureza humana.

Todos a conhecemos como o dito:

"Faça aos outros o que você gostaria que fizessem para você”
 Eu proponho um pensamento inovador para você, vendedor....
O que aconteceria se você vivesse este princípio na sua mais elevada plenitude e alcançasse um estágio ainda mais avançado de pensamento? Que impactos você conseguiria imaginar para suas vendas?
Se a sua intenção for genuína e sincera, você naturalmente adotará a "nova regra de Ouro" vivida pelos milhares de Campeões de Vendas estudados pela FranklinCovey ao redor do mundo. Essa regra ensina:
"Faça aos outros o que ELES gostariam que fizessem para ELES.”
Mesmo porque se você fizer para mim o que você gostaria que fizessem para você, talvez você não atenda minhas necessidades ou não acerte meus gostos e preferências...
Perceba que seu interesse sai de cena neste novo modelo mental. Fazer o queVOCÊ gostaria não importa mais! A busca por fazer algo somente para receber algo em troca também  não é mais uma questão que está em jogo. Nesta nova condição de pensamento o vendedor passa a ser o coadjuvante, um ouvinte, servidor, diagnosticador interessado em compreender primeiro e não em ser compreendido ao mostrar como é brilhante em defender suas ideias.
Trata-se de um tipo de vendedor que está ali para oferecer somente aquilo que seja plenamente justo e necessário ao seu cliente. Sua empatia é tão transcendental a ponto de quase conseguir sentir a angustia, aflição, anseio e expectativa de seu cliente. Através desta mesma sintonia de sentimento este raro vendedor busca por soluções que vão ajudar a resolver algum problema ou atingir algum resultado para seu cliente tanto quanto ele (cliente) buscaria se soubesse o que fazer (como nós sabemos).
Um vendedor ansioso por falar demais, por fechar a venda e por apresentar sua solução jamais conseguirá adotar este mantra. Na metafísica, a impenetrabilidade é a qualidade da matéria pela qual dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo. Na interação com seu cliente apenas um pensamento pode ocupar o espaço de cada vez.
Campeões de vendas permitem que o pensamento de compreender primeiro o que o seu cliente precisa ocupe este espaço. Ambos se voltam para o mesmo pensamento: aquilo que o cliente quer.
O contrário disto seria adotar a mentalidade dos vendedores medíocres e ocupar todo o espaço fazendo a apresentação de sua empresa...
O único problema é que o pensamento do seu cliente não pode ocupar o mesmo espaço. É cientificamente impossível....
Então seu pensamento vai estar em outra coisa....

segunda-feira, 23 de março de 2015

A fonte da Sabedoria de Albert Einstein

Por Maurício Araújo

Interessados em descobrir a fonte da sabedoria de Einstein e onde ele encontrava inspiração para responder as mais difíceis e complexas questões do Universo, lhe perguntaram certa vez o que ele faria se tivesse que resolver um problema complexo que salvaria sua vida
e com um curto espaço de tempo para encontrar a resposta. Lembre-se que estamos falando das primeiras décadas do Século XX, onde não havia acesso tão livre e fácil á pesquisa, como temos hoje...
Como faria? Onde buscaria as respostas?
Einstein respondeu:
“Se eu tivesse uma hora para resolver um problema e minha vida dependesse da solução, eu gastaria os primeiros 55 minutos determinando a pergunta certa a se fazer, e uma vez que eu soubesse a pergunta, eu poderia resolver o problema em menos de 5 minutos.” Albert Einstein
Portanto, a fonte da sabedoria de Einstein está nas Perguntas certas que ele fazia.
Isso se aplica em todas as áreas de nossa vida. Ás vezes não estamos fazendo as perguntas certas para identificar as respostas para os problemas mais desafiadores que temos.
A qualidade das respostas que você vem obtendo está diretamente atrelada as perguntas que você vem fazendo.
Para si, para os outros, para sua vida e para seus clientes.
Esta sabedoria é desperdiçada quando vendedores inexperientes gastam mais tempo falando de si para vender do que fazendo as perguntas certas para compreender.
Não se trata apenas de um problema de inabilidade de pensamento crítico, mas de Intenção também.
As perguntas erradas podem expor inabilidades, falta de conhecimento, demonstrar incompetência e pouco domínio do assunto.
Ás vezes preferimos não fazer perguntas para não parecer estúpidos. Preferimos sair falando! E assim conseguimos demonstrar ainda mais nossa estupidez...
Por outro lado, perguntas certas podem abrir portas, estimular o diálogo, demonstrar conhecimento da aplicabilidade, criar vínculos, provar a extensão e profundidade no tema e o interesse na outra parte.
A sabedoria está muito mais nas perguntas certas que se faz do que nas respostas que se dá.
Se a sabedoria reside em uma morada, ela se chama PERGUNTA CERTA.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O que é Foco? Dizer sim ao mais importante? Resposta errada.

Por Bill Moraes

Como Stephen R. Covey, fundador da FranklinCovey e autor dos 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes dizia, “você tem de decidir quais são suas prioridades mais altas e ter coragem para, de uma forma agradável, sorridente e sem desculpas, dizer não para as outras coisas. Você faz isto tendo sempre um ‘sim’ queimando internamente”.
Muitos pensam que foco é dizer sim àquilo que é mais importante. Isso não é foco. Qualquer pessoa e líder pode fazer isso. Contudo, tendo trabalhado com centenas e empresas e milhares de líderes no mundo, aprendemos algo muito interessante. Foco é na verdade dizer não para a centena de boas ideias que temos a cada instante.
Compreendida a importância de dizer ‘não’ para boas ideias a fim de manter o foco da sua equipe restrito, conseguirá evitar a primeira de duas armadilhas para o foco. Contudo, a segunda armadilha, que é tentar transformar todo o seu redemoinho em Meta Crucialmente Importante ou MCI, é ainda mais comum. Se cair nela, tentará fazer com que tudo que faz parte do redemoinho se transforme em meta.
Este assunto é parte do livro de minha coautoria "As 4 Disciplinas da Execução" pela editora Campus/Elsevier:
http://www.elsevier.com.br/site/produtos/Detalhe-Produto.aspx?tid=91968&seg=6&isbn=9788535263961&origem=Destaque%20-%20Lancamento%20Negócios&evp=&tit=AS%204%20DISCIPLINAS%20DA%20EX

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Intenção conta mais do que Técnica

Por Maurício Araújo
É muito improvável que as pessoas compartilhem suas mais profundas crenças ou deem atenção ao seus conselhos a menos que confiem na sua intenção.
A intenção das suas perguntas e recomendações é ajudá-los a obter o que querem de uma forma que ELES se sintam bem?
Ou a sua intenção é ajudá-los a obter o que você quer, de uma maneira que VOCÊ se sinta bem?
As pessoas conseguem perceber esta diferença.
Em se tratando de intenção, a maioria dos consultores e vendedores, por bem ou por mal, são considerados culpados até que se prove o contrário...
E isso não poderia ser mais verdadeiro do que no início do ciclo de vendas, quando você liga para alguém que sequer lhe conhece!
Se sua intenção servir aos interesses do seu cliente, bem como aos seus próprios, você poderá agir em congruência com essa intenção.
A confiança aumentará.
O entendimento mútuo aumentará.
E com mais frequência você chegará a soluções que atendam verdadeiramente às necessidades do seu cliente.
A confiança vem do respeito pela outra pessoa em um relacionamento.
Quando você age em congruência com intenção sincera, isso pode lhe deixar livre.
Livre para fazer perguntas difíceis e falar com sinceridade com o cliente; livre para permanecer autêntico e leal ao que você valoriza; livre para manter-se aberto a diferentes opiniões e crenças; livre para não levar-se tão a sério, relaxar e ter senso de humor.
Mas lembre-se: se a sua intenção não estiver clara para você, provavelmente não ficará clara para o seu cliente.
Não é possível fingir intenção. É como tentar fingir fazer 50 flexões, quando seu limite é somente 20!
Mas há um nível no qual nós e o cliente compartilhamos de um interesse mútuo.
Este interesse é:
"Encontrar uma solução que vá exatamente ao encontro do que o cliente precisa"
Neste ponto, ambos queremos a mesma coisa!
Se nossos clientes não perceberem que estão recebendo as soluções de que precisam, nossa intenção sincera permitirá que eles façam nada, ou que vão a outro lugar para terem suas necessidades satisfeitas.
Neste tipo de ambiente, um “não” não é necessariamente uma rejeição.
Com frequência ele deixa a porta aberta para futuras interações positivas com estes clientes.
Como Jack Welch, ex-chairman e CEO da GE disse, “Uma coisa que descobrimos com toda certeza é que qualquer coisa que façamos, que torne o cliente mais bem-sucedido, inevitavelmente resultará em retorno financeiro para nós.”