terça-feira, 19 de abril de 2016

Construa uma empresa apaixonada

Por HBS

Para se construir um grande negócio, empresas precisam de um propósito – algo que vá além dos objetivos comuns. As pessoas querem ser apaixonadas pelo seu trabalho e querem estar rodeadas por outros que sintam o mesmo. Mas como os gerentes podem passar, de verdade, esse tipo de motivação? Aqui estão cinco maneiras: deixe as pessoas mostrarem suas emoções. Se você pedir para as pessoas deixarem os sentimentos do lado de fora do escritório, você não irá conseguir fazê-las sentir paixão por aquilo que estão fazendo. Contrate pessoas entusiasmadas: um modo de atrair esse tipo de pessoa para sua organização é incentivar atuais funcionários a indicarem pessoas com as quais elas gostariam de trabalhar. Alimente as chamas: ache várias maneiras de comemorar as conquistas de sua equipe. Não limite seus colaboradores: dê às pessoas a autonomia de fazer o que lhes interessa mais. Relembre todos do contexto: conecte as funções do trabalho de cada um à missão da empresa, dando a elas a noção certa do porquê estão fazendo o que estão fazendo.

terça-feira, 12 de abril de 2016

Procure sempre o benefício mútuo

Na vida existem situações em que você ganha e o outro lado perde, ou o inverso, o que sempre desagrada a uma das pessoas envolvidas. O ideal é procurar encontrar uma maneira em que ambos ganhem, pois só assim haverá equilíbrio



Reserve um pouco do seu tempo para participar da seguinte reflexão proposta por
Stephen Covey. Imagine que almoça com alguns amigos em um restaurante popular próximo do seu local de trabalho. O restaurante está lotado e o serviço está lento. Você está preocupado com o horário porque tem um compromisso que começará em 20 minutos. O garçom trouxe todos os pedidos dos seus colegas há 15 minutos e eles quase terminaram de almoçar. Você solicitou ao garçom que fizesse algumas mudanças em seu sanduíche por causa da sua dieta vegetariana. Quando finalmente chega seu pedido, nenhuma alteração foi feita. Como você procederia nesta situação? Exigiria que o garçom refizesse seu sanduíche mesmo sabendo que você não tem muito tempo? Destrataria o garçom e sairia do restaurante sem comer e sem pagar a conta? Ou você mesmo tiraria os itens a mais no seu sanduíche afim de comer rápido e chegar a tempo
para o seu compromisso? Stephen Covey classifica as atitudes humanas em seis tipos: Ganha/- Ganha, Ganha/Perde, Perde/Ganha, Perde/Perde, Ganha ou Nada Feito.
Ganha/Ganha é o tipo de interação em que todas as partes envolvidas saem ganhando. “Baseia-se no princípio de que há bastante para todos, que o sucesso de uma pessoa não é conquistado com o sacrifício ou exclusão da outra”. No caso do exemplo do restaurante, uma atitude Ganha/Ganha seria aquela que tanto o garçom quanto o cliente sairiam beneficiados, mesmo que para isso tivessem que ceder em algo. Ganha/Ganha é o que o autor chama de Terceira Alternativa, que não se trata das escolhas do sujeito A ou do sujeito B, e sim da melhor escolha para os dois. As ações Ganha/Perde estão baseadas na ideia de competição, geralmente estabelecidas por pessoas que se preocupam apenas com elas mesmas, ou seja, querem ganhar e querem, também, que os outros percam. Se a ideia fosse aplicada na história do restaurante, uma atitude Ganha/Perde beneficiaria somente o cliente e prejudicaria o garçom. O autor acrescenta também que esse tipo de ação pode, em certos casos, estar baseada no uso da posição de poder. “Isso acontece quando um pai usa da posição de autoridade para obrigar o filho a fazer o que não quer. Muita gente foi criada dentro de uma mentalidade Ganha/ Perde”, exemplifica Covey. Perde/Ganha são atitudes típicas de pessoas que optam por perder e, deixam que outras vençam. Stephen explica que esses indivíduos demonstram alta consideração pelo outro, mas lhes falta coragem para se expressarem e agir de acordo com seus sentimentos e crenças. “São facilmente intimidadas e alimentam-se de aceitação e popularidade”, esclarece. Voltando à história do restaurante, quem sairia no lucro seria o garçom e não o cliente. Quando duas pessoas que têm atitude Perde/Perde se encontram, ou seja, quando dois indivíduos determinados, teimosos e egoístas, interagem, o resultado são as situações Perde/Perde. “Algumas pessoas tornam-se tão centradas no inimigo, tão obcecadas com o comportamento de outra pessoa, que ficam cegas para qualquer coisa que não seja o desejo de prejudicar o outro, mesmo que isso signifique prejuízo para elas. Perde/Perde é a filosofia do conflito, da guerra”, diz Covey. Na situação do restaurante, os dois personagens sairiam insatisfeitos.
“Contanto que eu ganhe, para mim tanto faz se você ganha ou perde”, essa é a frase das pessoas com atitudes Ganha. Elas se preocupam apenas em conseguir o que querem. Embora não desejem, necessariamente, que os outros percam, estão decididas a ganhar. De acordo com Covey, “Ganha/Ganha ou Nada Feito” é a forma mais elevada de interação humana. “As pessoas que adotam esse paradigma buscam primeiramente o Ganha-Ganha. Caso não consigam chegar a uma solução aceitável, evitam que as diferenças de opinião afetem o relacionamento”, esclarece. Por exemplo, o vendedor e o cliente negociam o preço de um carro, mas não conseguem chegar a um valor final que seja bom para os dois, concordam com divergência amigavelmente a não fazer negócio.
Pensar em Ganha/Ganha é, na opinião do autor, o hábito que caracteriza os indivíduos que são líderes da própria vida, pois escolhem como reagir às circunstâncias e buscam relacionamentos duradouros, baseados no bem comum. Agir sempre dessa forma nem sempre é fácil, porém deve ser um desafio diário.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Defina os centros da vida

Saber qual o foco das suas ações ajuda a equilibrar os objetivos de vida e a encontrar as melhores soluções para os problemas enfrentados no dia-a-dia



Cada indivíduo possui o seu centro de vida. Todos os esforços e ações são dirigidos para esse foco. O que estiver dentro do centro será fonte de segurança (estabilidade emocional), de orientação (rumo da vida), de sabedoria (compreensão dos princípios) e de poder (força para agir).
Stephen Covey diz, que a maioria das pessoas tem dificuldade para detectar seu centro e que a melhor forma de encontrar essa resposta é se perguntar o que ou quem sustenta as suas ações e seus objetivos. Essas respostas podem levar a mais de um centro, logo, cada indivíduo pode ter mais do que um foco na vida. O autor exemplifica um dos centros, o cônjuge. “O casamento pode ser a mais íntima, satisfatória, duradoura e estável das relações humanas.
Mas a experiência e a observação nos contam uma história diferente”. Covey relata que teve contato com muitos casamentos problemáticos e que observou um fio invisível que percorria os relacionamentos centrados no cônjuge.
“Este fio é a dependência emocional extrema”, diz. Além desses centros mais comuns, existem outros como a família, o dinheiro, o trabalho, os bens, os amigos, a igreja e o “eu”.
Mas Covey diz que o melhor centro são os princípios. As decisões tomadas com o foco nos princípios são as mais fáceis e as mais corretas.

Desafio


As perguntas a seguir o ajudarão a refletir sobre sua vida e sobre o que é importante para você. As respostas facilitarão na hora de definir seu centro. Lembre-se de que as pessoas podem possuir mais de um centro.

> No que está baseado o seu sentimento de segurança?

> O que você leva em conta antes de tomar decisões?

> Quais são suas perspectivas de vida? No que estão fundamentadas?

> Mesmo não querendo, às vezes as pessoas deixam de fazer algumas coisas para não prejudicar algo ou alguém. No seu caso, o que ou quem seria lembrado primeiro?

> O que é felicidade para você?

> Pense na sua vida daqui a 50 anos, onde gostaria de estar, quem gostaria que estivesse à
sua volta? Note o que mais foi lembrado nessa reflexão. Família? Amigos? Trabalho? Igreja? Dinheiro?

Pense a respeito!

quarta-feira, 30 de março de 2016

Defina as metas a serem atingidas

Ter objetivos na vida é fundamental e quem não tem isso em mente não sabe aonde quer chegar. E, para quem não sabe aonde chegar, qualquer lugar serve



Para conseguir resultados positivos em qualquer trabalho ou na vida pessoal é importante ter em mente todas as ações a serem executadas, da mais simples à mais complexa.
Comece com o objetivo em mente – trata do significado da compreensão desses objetivos, ou seja, é preciso saber onde se está para poder seguir na direção correta.
A eficácia, só é atingida se o objetivo final de todas as ações estiver claro e, assim, é possível liderar a própria vida, assumir o controle das próprias ações, ou seja, praticar a liderança pessoal. Segundo Stephen Covey, para atingir os objetivos é necessário conhecer o princípio de que todas as coisas são criadas duas vezes. A primeira criação acontece na mente, a segunda é a criação física, propriamente dita. Por exemplo, antes de viajar normalmente se escolhe um destino e a melhor rota para atingi-lo. Após fazer esse planejamento, a viagem, ou seja, a segunda criação, pode ser realizada com tranquilidade.
Exercer a liderança é planejar e pensar sobre as ações a serem concretizadas (primeira criação, a pessoal). Exercer o gerenciamento é colocar essas ações em prática. Logo, o gerenciamento é a segunda criação.
Quando você traça seus objetivos, as realizações acontecem de forma mais fácil.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Bons gestores não ignoram suas vidas pessoais

Por HBR

Bons líderes colocam seus interesses de lado em prol do bem da empresa –  mas isso não significa que eles sacrificam completamente suas vidas pessoais. Líderes que subjugam suas necessidades de exercícios físicos, sono e diversão, por exemplo, muitas vezes acabam por entrar em colapso: perda gradual de energia, foco e paixão  pelo trabalho. Essa estafa muitas vezes não é percebida, mas afeta uma porcentagem significativa da população. Por mais que seja fácil ficar preso a uma rotina, se dedicar a hobbies, jantar com a família ou refletir sobre o que é importante, reservando um tempo para você, é capaz de torna-lo uma versão melhor e mais realizada de si próprio. 
Comece fazendo uma promessa pequena mas importante para você – e a mantenha. 
Se for bem sucedido, tente outra promessa. Não vai demorar muito para que os benefícios desse desempenho se evidenciem.

terça-feira, 22 de março de 2016

Três maneiras de realmente motivar sua equipe

Por HBR


As empresas geralmente se utilizam de artifícios materiais (bônus, salas de recreação, comida grátis) na tentativa de fazer seus funcionários mais satisfeitos. Mas pesquisas indicam que esses esforços, apesar de apreciados, não são efetivos a longo-prazo. Em vez disso, os chefes devem pensar em dar aos seus funcionários três coisas: a primeira é inspiração. Lembre sua equipe como o trabalho dela está melhorando a vida de outras pessoas. Compartilhe os elogios dado pelos clientes à companhia e diga quando a empresa está fazendo doações para instituições de caridade. A segunda é atenção. Mostre que se importa com sua equipe não apenas por serem seus funcionários, mas que se preocupa com a vida deles. Simplesmente pare de tempos em tempos para perguntar sobre a vida pessoal das pessoas, e escute atentamente. A terceira é: tempo para cuidar de si mesmo. Crie uma cultura onde é aceitável e encorajador separar algumas horas para se exercitar, descansar e tenha limites bem claros entre a casa e o trabalho. Encontrar jeitos de reduzir o estresse provindo da vida profissional também melhora o bem estar e o engajamento.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Faça do aprendizado um hábito

Por HBR


Se você quer continuar crescendo, você deve fazer do aprendizado um hábito. Para começar, seja específico sobre o que você quer fazer. Resoluções como “ler mais” ou “aprender coisas novas” são muito vagas. Seus objetivos devem ser concretos e mensuráveis: “Passar duas horas toda quinta-feira à tarde lendo os artigos que salvei durante a semana”. Marque o horário na sua agenda e resista à tentação de fazer outra coisa durante esse tempo. Monitore atentamente o seu comportamento para ir na direção certa. Se você sabe que algum colega seu anda trabalhando em aprender mais todo dia, tente passar mais tempo com ele para conversar sobre isso. Estudos mostram que tendemos a pegar hábitos das pessoas que nos rodeiam. E a coisa mais importante para se lembrar? Nós devemos adaptar nossos hábitos ao que seja melhor para cada um de nós – seja ao nosso jeito de ser, aos nossos interesses ou às nossas qualidades. Quando nos conhecemos, podemos aplicar estratégias de construção de hábito com mais chances de sucesso.
Fonte: bit.ly/1Sd3VE4